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Ele nunca tinha visto uma mina nem no porno gostar tanto de rola igual aquela. Alfredinho tava em casa de bobeira, naquele tédio do sábado de tarde que nem um filme de sexo dava jeito.

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O pau tava daquele jeito, chamando pro combate, pedindo pra entrar numa xota. Ele decidiu que não tinha mais como agüentar aquela seca. Mesmo liso, ele iria para o puteiro mais tarde. Ia arrumar algo pra fazer, custe o que custasse.

Foi para uma das casas mais conhecidas da cidade. O nome já é chamativo o suficiente, umas luzes de neon roxo ficam piscando à beira da pista, convidando aqueles que passam por ali (caminhoneiros e viajantes, na maioria) para conhecer os prazeres que o local oferece. Alfredinho tava tão afoito que foi cedo, umas 19 e pouco, hora que as putas ainda estão se arrumando. Mas isso acabaria resultando em uma noite mágica de sacanagem que ele jamais esqueceria.

Entrou na boite, uma luz baixa, quase um breu, do jeito que ele gostava. Foi direto ao bar e pediu uma cerva, que por sinal, estava trincando de gelada. Ponto positivo. Era melhor que ficar no pornô o dia todo sapecando uma, ele pensou.

Perguntou pra atendente do bar onde estavam as “meninas”, e ela o avisou que estavam se arrumando. Afobado, pediu para que uma fosse ali recebê-lo. Chamaram Rebeca, uma magrinha maravilhosa, peitinhos pequenos e uma bundinha redonda, também pequena, mas uma devoradora de picas de primeira.

Ela apareceu no bar só de toalha, quase num escândalo, avisando que ainda não estava pronta, que acabara de sair do banho há instantes. E quando viu Alfredinho sentado bebendo e dando um trago, ainda disse:

Ficou interessada

— É aquele novinho ali?!?!

Alfredinho se fez de surdo, não queria que aquilo abalasse seu emocional. Seu inconsciente dizia ao fundo “vamos para casa, quero ver filme pornô”, mas não, naquele dia, ele iria usar sua piroca em alguma mina. Para seu alívio, em poucos minutos Rebequinha veio, maravilhosa, toda pomposa num salto alto e um sorriso metálico que o fez esquecer a ceninha de antes.

Simpática e boa de papo, ela chegou com uma bebida na mão, na conta dele, claro, e trocaram carícias logo de cara para se conhecerem melhor. Era como se já estivesse escrito que eles trepariam nessa noite.

Falaram sobre diversos assuntos, muitos até estranhos para uma zona, como ficção científica e política. Só que além disso, ela era muito safada. Volta e meia deslizava a mão na calça dele, sentindo o cacete duro. Teve uma vez que quando ninguém estava perto, ela pediu para ele abrir o zíper e deu uma chupadinha nele de dez segundos no máximo, mas o suficiente para ele se decidir. Pediu a conta e falou pra ela se preparar. Eles iriam para o quarto.

Aquele quarto do puteiro só faltou pegar fogo, porque a transa foi um sucesso. Ele nunca tinha visto alguém gostar tanto de sacanagem igual aquela mina. Adorava levar tapas na cara e na bunda, daquelas que deixam marcas das mãos.

Eles mal entraram no quarto e Alfredinho ficou nu, a estaca dura quase implorando pra ela brincar. Também peladinha, a gata deitou na cama e virou de quatro, apresentando-o seu rabinho. Com o dedão da mão direita, ele sentiu sua buceta molhada. Chegava a escorrer.

Tudo começou com um oral, que se dependesse dele, duraria a noite inteira. Vai chupar um pau bem assim na casa do caralho! Nem as mais experientes atrizes de filmes porno seriam capaz de fazer aquilo. Rebeca começava na cabecinha, molhava os lábios na ponta e ficava sugando, passando a língua por trás, na pelezinha presa, descia até o talo na garganta, massageava as bolas, enfim, era o trabalho oral mais completo da casa.

Valia cada centavo, e como ele dizia, era um investimento.

Agora fica de quatro

Após essa delícia de início, ela pediu para ele comê-la de quatro. E para não esquecer dos tapas, que a excitavam ainda mais. Alfredinho colocou a camisinha e encaixou. Na primeira bombada, ela gritou.

—ME COME, FILHO DA PUTA DESGRAÇADO, EU SOU SUA PUTA! ME FODE, VAI! FODEEEE!

O coitado ignorou o sedentarismo e deu o máximo de si, metendo gostosa naquela buceta que encharcava o colchão de tanto que escorria.

Enquanto metia, lascava cada tapa na bundinha dela, que provavelmente todo o salão escutava. Mas foda-se, não estavam nem aí, um sexo daquele era raro. E ela nunca estava satisfeita, queria que metesse cada vez mais forte e pior, que batesse naquele rabinho cada vez mais forte.

Ficou quase roxa de tanto tapa.

A falta de preparo foi mais forte e ele arregou. Pediu pra ela sentar. Só não imaginava que a canseira ia continuar, porque em cima de um pau duro aquela mina virava o cão, praticamente.

Troca e fica de costas

Ela sentou de costas pra ele, com o cuzinho virado pro seu lado. Enquanto fazia os movimentos, não parava de gritar sacanagens, xingamentos, coisas que deixam o cara maluco de tesão.

E ao mesmo tempo, se masturbava. Alfredinho sentiu a xoxota dela se trancando quando veio o orgasmo, a mina gozou tão pesado que as pernas começaram a tremar e ela deitou no colchão, sem forças. E gritando muito, muito mesmo, colocando pra fora o quão delicioso estava sendo aquela trepada.

Tinha só um problema: ele não tinha gozado ainda. E essa foi a melhor parte. Na hora que ele avisou, ela disse:

— Não se preocupe meu bem. Você vai gozar agora. E você sabe que não desperdiço uma gotinha, né?

Na hora ele arrancou a camisinha e jogou longe, botando ela pra brincar de novo com seu cacete até sair tudo de dentro. Ele deitou em cima de Rebeca, de um jeito que a cabeça dela ficou meio levantada, para que conseguisse movimentar.

Aí foi mais uma sessão arrasadora de oral, punheta e tudo o que tinha direito. Até que acelerou a linguada na cabecinha, foi esquentando, esquentando, e saiu.

Alfredinho jorrou o leite todo no fundo da garganta dela, pois ele fez questão de atolar a pica inteira na boca quando o gozo veio, para que não escapasse nada para fora. Ela riu.

Engoliu. Lambeu os lábios. Ele nunca tinha visto isso na vida. Definitivamente, ele agradeceu por ter saído de casa. Foi muito melhor do que ficar vendo filme porno.